Nem apagão aéreo, nem o Programa de Aceleração do Crescimento que anda com o pé no freio, nem a demora em completar seu time de auxiliares foram capazes de abalar nos últimos 60 dias a elevada popularidade de Lula e a aprovação do governo.
Em abril passado, 63,7% dos dois mil brasileiros entrevistados pelo Instituto Sensus de Pesquisa aprovaram o desempenho de Lula como presidente da República - contra 28,2% que desaprovaram e 8,2% que não souberam opinar.
Na mais recente pesquisa do Sensus que acaba de ser divulgada no auditório da Confederação Nacional do Transporte, em Brasília, o índice de aprovação de Lula passou para 64%; e o da desaprovação para 29%. Não souberam opinar: 6,3%
Quer dizer: ficou tudo na mesma, a se levar em conta a margem de erro da pesquisa de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Em abril, o desempenho do governo era considerado positivo por 49,5% dos entrevistados; regular por 34,3% e negativo por 14,6%.
Os percentuais agora foram estes: 47,5 (positivo); 36,5 (regular) e 14% (negativo).