Efeito placebo, o que é

Quando pensamos em efeito placebo, logo nos vem à mente o efeito psicológico causado pela ingestão de uma pílula de açúcar ou de qualquer substância inerte (sem ação farmacológica) e a pergunta fatal: efeito placebo, o que é? Vamos descobrir juntos?

O que é o efeito placebo?

A palavra placebo deriva do latim, do verbo “placere“, que significa “agradar”. Uma boa definição é a seguinte:

Placebo é qualquer tratamento que não tem ação específica nos sintomas ou doenças do paciente, mas que, de qualquer forma, pode causar um efeito no paciente.

Placebo: tratamento inócuo.
Efeito placebo: quando se obtém um resultado a partir da administração de um placebo.

De fato esse é um dos tipos de efeito placebo conhecido como ‘o poder da pílula de açúcar’.

Efeito placebo o que é
O que é efeito placebo

Placebos inertes

Tais medicamentos ‘de açúcar’ podem ser prescritos em muitos casos como por exemplo, a idosos que se dizem ou se mostram dependentes de certos medicamentos, embora não necessitem mais deles, como os medicamentos para dormir, por exemplo. Então, o médico receita um remédio com efeito placebo e o paciente acredita que tomou o medicamento para dormir, consequentemente relaxa e adormece. Este tipo são os placebos inertes.

Placebos ativos

Já os placebos ativos são medicamentos com ação farmacológica para alguma doença que não aquela para a qual o paciente está tomando o medicamento, mas devido a seu inconsciente, seu efeito psicológico, o remédio acaba fazendo o efeito esperado.

Muitas pessoas acreditam que os efeitos dos medicamentos homeopáticos se devem ao efeito placebo. Eu, particularmente não tenho, ainda, opinião formada a esse respeito, porque para nós profissionais da ciência é difícil acreditar em algo que não se pode provar, mas já obtive resultados satisfatórios fazendo tratamento com tais medicamentos em minha infância e adolescência. 

Dessa forma há, em meu interior, um conflito entre meu lado profissional de saúde e meu lado paciente. Teria ocorrido um efeito placebo em mim (então com 9 anos), no meu pai e em meu irmão? Todos tomamos no mesmo dia e hora um medicamento dose única para bronquite e nenhum de nós três nunca mais tivemos nenhuma única crise de bronquite, nunca mais


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Na corrida contra a epidemia, pesquisadores buscam soro para combater o zika

UFRJ e Instituto Vital Brazil querem desenvolver soro contra o zika
Reprodução/IOC/Fiocruz

Na corrida contra o tempo para enfrentar a epidemia de microcefalia, um grupo de pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e do Instituto Vital Brazil está trabalhando para desenvolver um soro contra o zika. A ideia é que o produto seja injetado nas grávidas que contraírem a doença para diminuir a carga viral no organismo e assim reduzir o risco de transmissão aos fetos.

A pesquisa por um soro foi citada como prioritária pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, na visita da diretora-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan. A expectativa é de que o soro leve menos tempo de desenvolvimento do que uma vacina. Ainda assim, serão necessários de dois a três anos até que esteja liberado para uso humano.

O trabalho começa no Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares (LECC) da UFRJ. Células manipuladas geneticamente produzem proteínas da estrutura externa do vírus.

“Essas cópias das proteínas do vírus, chamadas de proteínas recombinantes, mimetizam o vírus e podem levar à formação de anticorpos antizika”, explica a engenheira química Leda Castilho, coordenadora do LECC.

Com zika vírus e surto de microcefalia, não é hora de engravidar

As células manipuladas geneticamente são colocadas em biorreatores (tanques de crescimento), para que as proteínas sejam produzidas em escala. Depois, passam por um processo de purificação para isolá-las de outras substâncias. Essas proteínas estruturais do vírus serão inoculadas em cavalos, criados pelo Instituto Vital Brazil, para estimular o sistema imune dos animais — é o mesmo processo para a produção do soro antiofídico ou antirrábico.

O que eu senti ao conhecer um bebê com microcefalia

Claudio Maurício Souza, diretor científico do Vital Brazil, explicou: “Vamos induzir no cavalo produção maciça de anticorpos. Purificamos esses anticorpos, que estarão na ampola, em forma de soro. No organismo de quem foi contaminado pelo zika, o anticorpo reconhece esse vírus e se liga a ele, inibindo sua atividade”.

— O soro não é preventivo. É terapêutico. Vai ser aplicado em quem tem o diagnóstico positivo do zika. A redução da carga viral é uma etapa importante na redução das complicações atribuídas à zika, como a microcefalia e a Síndrome de Guillain-Barré.

Enquanto recursos de editais de pesquisa não chegam, Leda direciona verbas de outros projetos para a pesquisa genética inicial, que é menos cara. Além do soro, as cópias da proteína serão usadas para desenvolver uma vacina com base em cópias tridimensionais do vírus, mas que não têm o seu genoma.

Esse trabalho será conduzido em parceria com o instituto português IBET e a universidade mexicana UNAM.

— Essa estrutura 3D recombinante pode ser injetada em pessoas. A vacina do HPV e da hepatite B são feitas dessa forma.

Em outra linha de pesquisa, desenvolvida com o instituto alemão Max Planck e com o Laboratório de Virologia Molecular da UFRJ, Leda estuda um outro tipo de vacina: com o vírus inativado ou atenuado.

A pesquisadora embarca em março para os Estados Unidos, onde participará de uma pesquisa para chegar à vacina da zika por um terceiro caminho: o DNA.

— Os genes que codificam as proteínas estruturais do vírus, aqueles mesmos que a gente insere nas células de mamíferos cultivadas em biorreatores, podem ser injetados nas pessoas e o próprio organismo produzirá as cópias da estrutura externa do vírus. E quando isso acontece o organismo reconhece como estrutura exógena e produz anticorpos antizika que protegem a pessoa.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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França diz ter detectado primeiro caso de transmissão do zika vírus por relação sexual

Mulher infectada é o primeiro caso confirmado de transmissão autóctone do país
Reuters

A França detectou o primeiro caso de transmissão sexual do zika em uma mulher que viajou ao Brasil, epicentro de um surto do vírus, disse um autoridade francesa de saúde neste sábado (27).

Autoridades norte-americanas disseram que nesta semana que estão investigando 14 casos da doença transmitida por mosquitos que podem ter sido retransmitida por relação sexual, incluindo grávidas.

OMS recomenda que mulheres com zika continuem amamentando

Mãe de gêmeos em que um tem microcefalia diz: “Tem dia que fico pensando por que um teve e outro não”

Francois Bourdillon, chefe do IVS (Instituto da França de Vigilância em Saúde Pública), disse que a mulher infectada era o primeiro caso confirmado de transmissão autóctone do país.

“Esta mulher nunca tinha viajado. Seu parceiro tinha vindo do Brasil, por isso ela foi examinada”, disse em entrevista Bourdillon à BFM TV, acrescentando que os pacientes estavam bem.

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Peso da mochila não deve ultrapassar 10% do peso das crianças e adolescentes


Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A mochila escolar é um item que faz parte da rotina de crianças e adolescentes e a forma com que eles gostam de usar vai mudando ao longo do tempo. Por isso é importante que os pais fiquem atentos para evitar peso em excesso e ajuste incorreto, já que isso pode causar lesões e dores. É o que orienta a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot).

Segundo o ortopedista e membro da Sbot, Miguel Akkari, o peso correto da mochila não deve ultrapassar 10% do peso da criança. As queixas de dores são frequentes nos consultórios, segundo Akkari.

— O que nós observamos são as queixas agudas, geralmente dor nas costas, nos braços e nos ombros.

O ortopedista ressalta, entretanto, que os problemas podem ser mais sintomáticos para aquelas crianças e adolescentes que precisam caminhar até a escola levando o material. “É mais significativo pelo tempo de esforço que ele faz”, disse. 

Para o ortopedista, os pais devem ficar de olho e orientar seus filhos a evitar carregar materiais desnecessários.

Blitz das mochilas 

“Hoje não é mico usar mochila de rodinha”. É o que o psicopedagogo do Colégio Marista, Ricardo Timm, tenta explicar para os alunos. Todos os semestres, há três anos, a escola realiza uma campanha de conscientização com pais e alunos, com uma “blitz da mochila”, para pesagem, e orientação em sala de aula.

Leia também: Seu filho engoliu remédio ou produto de limpeza? Saiba como agir

A estudante do 8º ano, Maria Luiza, de 12 anos, foi pega na blitz com excesso de peso na mochila e reconheceu o erro.

— Eu acho que às vezes levo coisas desnecessárias na mochila, mas não sinto ela pesada. Vou me preocupar um pouco mais agora.

Já Sophia Sousa, de 14 anos, estudante do 9º ano, disse que sente um pouco de dor às vezes e vai optar pelo uso do armário da escola.

— Eu ainda tenho que pegar meu armário e aí vou melhorar o peso da mochila. Eu acho que é bem legal esse tipo de ação e é importante para conscientizar porque tem algumas pessoas que vejo com a mochila lá embaixo, paras as costas isso é ruim.

O psicopedagogo contou que um número grande de alunos utilizam mochilas de rodinhas.

— Até o 5º ano quase todos, 6º e 7º também. Nos 8º e 9º aos é que temos mais resistência por parte dos meninos. À medida que ele vão se tornando jovens eles acham que a rodinha é um mico.

Ele explicou que os pais podem ser mais enfáticos no uso da mochila de rodas para mudar essa cultura desde cedo.

— Muitos adultos já usam no dia a dia.

Segundo ele, hoje, uma mochila só de material escolar deve pesar em torno de 7 quilos, o que é muito para crianças menores.

O que comprar e como utilizar

O ortopedista da Sbot, Miguel Akkari, orienta que na hora da compra se dê preferência a mochilas de duas alças porque distribuem o peso linearmente nos ombros; e que as alças sejam largas (mínimo de 4 cm) e acolchoadas. Mochilas com vários compartimentos e com cinto abdominal também são recomendadas.

Ao utilizar é importante, além de evitar o excesso de peso, usar as alças nos dois ombros, segundo Akkari, e regular para que ela fique na altura da cintura (que termine no início da região glútea). O material mais pesado deve ser colocado junto às costas.

O uso de mochilas com rodinhas pode ser uma alternativa, no entanto, é preciso ter cuidado com a alça do carrinho que deve estar a uma altura apropriada, as costas devem estar retas ao puxá-la. É importante observar também o percurso a ser feito.

— Se é ambiente com escada e desnível, em vez de facilitar vira um empecilho. A mochila de rodinha tem sua utilidade se o percurso for com poucos obstáculos.

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Zika vírus deixa mais grave a Síndrome de Guillain-Barré, que pode matar por parada respiratória

Especialista explica como SGB (Síndrome de Guillain-Barré) pode ser mais grave se decorrente de infecção por zika vírus

Reprodução/Rede Record

Uma tarde tranquila e quente de maio se tornou um verdadeiro rebu quando um helicóptero pousou no hospital de emergência do SUS (Sistema Único de Saúde) de Maceió, capital alagoana. Dele, saiu, entubada e inconsciente, a primeira vítima de SGB (Síndrome de Guillain-Barré) decorrente do zika vírus no Nordeste.

A garota de 19 anos, que veio de uma cidade pequena da Bahia, foi encaminhada ao hematologista da Santa Casa de Maceió, Wellington Galvão, que mesmo com uma bagagem de 17 anos tratando doenças infecciosas, afirma com veemência que foi um dos dias mais assustadores de sua carreira médica.

— Ela estava em coma profundo. Nunca vi um caso de SGB como aquele. Foi aí que percebi que havia algo errado. E eu estava certo: era o início da epidemia de um novo vírus totalmente desconhecido e que, para piorar, provoca consequências severas à saúde.

Segundo Galvão, o principal responsável por acompanhar os casos da doença na região Nordeste, o número de pacientes com Guillain-Barré que ele atendia anualmente não passava de 15, e eram pouquíssimos os casos graves da doença. Com o surto de zika vírus, esse número mais que triplicou — assim como a intensidade com a qual a SGB passou a afetar as pessoas.

Entenda o que é a Síndrome de Guillain-Barré

— Desde maio do ano passado até o início de fevereiro, já tratei 43 vítimas da SGB — delas, dez estavam em estado gravíssimo, já inconscientes.

O especialista disse que a relação da doença com o zika vírus existe.

— Desde maio até o atual momento, pude perceber que os casos de SGB aumentaram muito e têm aparecido com uma gravidade muito maior. É impossível não relacionar esses fatos ao zika vírus.

Quando o organismo reage contra

A Síndrome de Guillain-Barré nada mais é que uma reação de um anticorpo a um vírus. Isso porque sempre que alguém contrai alguma doença viral — seja ela uma virose ou uma gripe —, anticorpos ficam responsáveis por eliminá-la — e, ao mesmo tempo, se tornam aversivos a ela. Ou seja: sempre que aquela doença voltar a se manifestar, esse anticorpo vai reagir. 

Mas o que isso tem a ver com Guillain-Barré? Cerca de um mês depois de a infecção ter sido curada, esse anticorpo pode confundir as células do sistema nervoso com aquele vírus que deveria ser combatido, e, portanto, passar a atuar contra elas. Como consequência, a pessoa começa a perder movimentos do corpo, que são estimulados pelos neurônios.

Pesquisadores trabalham para detectar se há ligação entre zika e Guillain-Barré

Tratamento

Por mais assustadora que a doença pareça, Galvão afirma que os casos mais simples de SGB são tratados rapidamente e que as chances de cura são grandes. Contudo, o medicamento oferecido pelo SUS (Sistema Único de Saúde) para tratar a doença — a imunoglobolina — pode ter reações adversas, muitas vezes piorando o quadro do paciente em vez de curá-lo. É por causa dessas chances de falha que o especialista opta por um tratamento diferente, chamado de plasmaférase.

— Esse procedimento não envolve remédios e não é doloroso. Nós, médicos, separamos todos os elementos do sangue do paciente por meio de um cateter [um canal cirúrgico], conseguindo, assim, identificar o anticorpo que está afetando o sistema nervoso e retirá-lo da corrente sanguínea.

De acordo com o especialista, o tempo de recuperação do paciente varia de acordo com o quadro: quanto mais grave, mais tempo de tratamento.

— Eu costumo fazer uma sessão por dia. Já tive pacientes que, em seis dias de tratamento, já obtiveram alta. Em compensação, acompanhei outros que precisaram de 18 dias para ficarem curados.

O hematologista contou que as chances de a doença voltar a se manifestar em uma mesma pessoa são pífias, mas que, normalmente, quem desenvolve a forma mais grave de SGB precisa passar por sessões de fisioterapia após o tratamento, para que consigam recuperar todos os movimentos do corpo sem deixar sequelas.

Cresce número de vítimas da síndrome de Guillain-Barré no Rio

No entanto, se a doença não for detectada rapidamente, as chances de morte são grandes. Por isso, o especialista recomenda que, ao começar a sentir sintomas diferentes na musculatura do corpo, procure um médico imediatamente.

Imunidade alta e a prevenção contra a SGB

Por que algumas pessoas que pegaram zika desenvolveram a síndrome e outras, não? Por mais que tendamos a culpar a sorte, o hematologista disse que não é uma escolha aleatória, mas sim relacionada à imunidade de cada um.

— Quanto mais forte estiver o sistema imunológico de alguém — o que chamamos de imunidade alta —, menores são as chances de desenvolver a SGB mesmo contraindo zika vírus. A idade também não interfere: atendi desde crianças de oito anos até idosos de 80.

De acordo com Galvão, a única diferença é que as crianças reagem mais rapidamente ao tratamento, por terem células mais jovens e uma musculatura pouco gasta.

E o zika não para…

Além de o zika vírus estar atrelado à Síndrome de Guillain-Barré e à microcefalia — má-formação no cérebro de bebês — há a suspeita de que ele também provoca uma terceira doença, antes considerada muito rara, mas mais intensa e mais grave que a SGB: a mielite transversa.

O especialista ainda explicou que também houve um aumento nos casos dessa doença em Alagoas, que é um tipo gravíssimo de paralisia na medula espinhal. Há suspeitas de que a mielite transversa também possa ser uma consequência do zika vírus, mas os estudos sobre essa relação ainda estão começando.

— Se for confirmado que o zika também pode desenvolver mielite, teremos a certeza de um vírus cada vez mais poderoso. Diferentemente da SGB, os tratamentos aplicados em pacientes com mielite transversa nem sempre são bem-sucedidos: a doença pode deixar sequelas pelo resto da vida. 

* Colaborou: Talyta Vespa, estagiária do R7

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Primeira vacina brasileira contra dengue entra hoje na última fase de testes

Vacina deverá ser distribuída para vários centros no Brasil
Agência Estado

O Instituto Butantan finalmente dará início à terceira e última fase dos testes clínicos da primeira vacina brasileira contra a dengue. O medicamento tem por objetivo a imunização contra os quatro vírus da moléstia.

Nesta fase do desenvolvimento da vacina, cerca de 17 mil voluntários – moradores de 13 cidades do País – serão testados, seguindo critérios de idade a partir de testes em faixas etárias de adultos e idosos (17 a 59 anos), baixando para 9 a 17 anos e depois para o segmento entre 2 e 9 anos de idade.

Caso a eficiência da vacina seja comprovada, ela deverá estar disponível a partir de 2017. A intenção, de acordo com a diretoria do instituto, é  distribuir a vacina para vários centros do Brasil, atingindo um grande número de pessoas.

Após aprovação no México de vacina contra a dengue, ministro da Saúde cobra rapidez da Anvisa

O processo só pode ter continuidade devido à autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), concedida no dia 11 de dezembro último, após cerca de oito meses de paralisação dos trabalhos formais, por questões burocráticas.

 A cerimônia de lançamento desta etapa será realizada nesta segunda-feira (22), às 12h30, no Instituto Central do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

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Teste do pezinho plus, básico e master: diferenças

O teste do pezinho, um exame que foi trazido pela APAE em 1976 visa detectar precocemente doenças metabólicas, genéticas ou infecciosas, que se não tratadas poderão causar lesões irreversíveis no bebê.

O teste do pezinho e seus vários tipos, é um procedimento simples, onde são coletadas gotas de sangue do calcanhar do bebê e colocadas em um papel de filtro. A coleta do sangue do pé do bebê só pode ser colhido do terceiro ao sétimo dia após o nascimento, para que se consiga realizar o diagnóstico das doenças descobertas pelo teste do pezinho.

Teste do pezinho plus, básico e master: diferenças
Teste do pezinho plus, básico e master: diferenças

Tipos de testes do pezinho

Teste do Pezinho Básico (diagnostica quatro (4) doenças)

O teste do pezinho básico é o que é obrigatório por lei. A mãe e o bebê não podem ter alta do hospital sem ter colhido o sangue para o teste. Pelo teste básico são diagnosticadas 4 doenças e são elas:

  1. fenilcetonúria,
  2. fibrose cística,
  3. hipotireoidismo congênito,
  4. anemia falciforme

O resultado do teste do pezinho básico fica pronto depois de 2 dias.

A rede pública brasileira oferece gratuitamente o teste do pezinho em todo Brasil (ou seja, o teste do pezinho é GRÁTIS). Mesmo assim, muitas mães ainda saem da maternidade sem realizar o teste do pezinho em seus filhos.

Dos 27 estados brasileiros apenas 5 estados realizam o teste para as 4 doenças, em 13 estados apenas são realizados diagnósticos para hipotireoidismo, anemia falsiforme e fenilcetonúria e finalmente, nos restante dos estados só são realizados testes para hipotireoidismo e fenilcetonúria, as doenças mais comuns.

Leia também: Hipotireoidismo: sintomas e tratamentos.

Teste do pezinho Master

Além das doenças detectadas pelo exame do teste do pezinho básico são diagnosticadas as seguintes patologias: deficiência de biotinidase, hiperplasia adrenal congênita, galactosemia, toxoplasmose congênita.

Leia também: Descongestionantes podem causar defeitos congênitos em bebês.

Teste do pezinho Plus

No teste do pezinho plus são realizadas além das anteriores exame para as seguintes doenças: sífilis, citomagalovirose, doença de chagas e rubéola congênita.

-Ler mais na categoria Saúde Infantil

Fontes: www.testedopezinho.com.br, www.eistein.br/maternidade.


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Zika: nada indica que vacinas, inseticidas ou mosquitos transgênicos causem microcefalia, diz OMS

A organização também abordou os relatos de que o inseticida piriproxifeno seria a verdadeira causa da microcefalia
Reuters

O Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta sexta-feira um boletim desmentindo diversos boatos que circularam nos últimos meses atrelando diferentes fatores à microcefalia.

Segundo a organização, não há provas de que vacinas, inseticidas ou mosquitos transgênicos causem a má-formação, que vem afetando bebês brasileiros.

“Não há evidências ligando qualquer tipo de vacina ao aumento do número de casos observados primeiro na Polinésia Francesa durante o surto de 2013 e 2014 e, mais recentemente, no Nordeste do Brasil”, afirma o documento.

Segundo a OMS, tanto um extenso estudo realizado em 2014 como um levantamento do Global Advisory Committee on Vaccine Safety (GACVS) mostraram que não há evidências de que vacinas administradas durante a gravidez causariam qualquer problema congênito nos bebês.

A organização também abordou os relatos, que circularam ultimamente, de que o inseticida piriproxifeno seria a verdadeira causa da microcefalia.

“Uma equipe de cientistas da OMS recentemente revisou os dados toxicológicos do piriproxifeno, um dos 12 larvicidas que a OMS recomenda para reduzir a população de mosquitos. A equipe não encontrou evidências de que o larvicida afete o desenvolvimento de fetos.”

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A OMS também afirmou que as agências de Proteção Ambiental dos EUA e da União Europeia chegaram a conclusões semelhantes sobre o produto.

Mosquitos e peixes

O boletim esclarece ainda que a OMS não tem provas de que mosquitos geneticamente modificados estariam causando microcefalia.

“Nesses mosquitos, os genes dos machos são modificados. Por causa dessa alteração, quando eles acasalam com fêmeas, as larvas geradas não sobrevivem. Essa prática tem como objetivo controlar as populações de mosquitos.”

Tanto que a organização considerou positivo o fato de alguns países afetados pelo zika e pela dengue estarem usando métodos biológicos como parte do controle de mosquito.

El Salvador, por exemplo, com um forte apoio das comunidades ligadas à pesca, está introduzindo peixes que devoram larvas em locais que armazenam água.

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Falta de exercícios físicos prejudica mulheres na terceira idade

A falta de exercícios físicos afeta o equilíbrio, a agilidade e o reflexo das mulheres com mais de 70 anos.

Isso é o que apontou um estudo inédito da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, feita em parceria com o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

Falta de exercícios físicos prejudica mulheres na terceira idade
Falta de exercícios físicos prejudica mulheres na terceira idade

Segundo Sandra Matsudo, coordenadora da pesquisa, o resultado do estudo demonstrou que as mulheres sedentárias apresentam mais dificuldades de executarem atividades simples e correm mais risco de adquirir doenças. A prática de atividades físicas, tais como uma caminhada diária de 30 minutos ou até mesmo a utilização de escadas no lugar do elevador, aumenta a qualidade de vida, reforçou a pesquisadora.

O estudo acompanhou cerca de 300 mulheres, com mais de 50 anos, todas sedentárias. Elas foram divididas em dois grupos: um que reunia mulheres entre 50 e 59 anos de idade e outro, mulheres com 70 anos ou mais. Estas mulheres foram submetidas a vários testes físicos, que demonstraram, por exemplo, que a falta de exercícios afeta principalmente o equilíbrio.

 

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Ao serem submetidas a um teste de equilíbrio com duração de 30 segundos, as participantes que tinham entre 50 e 59 anos conseguiram manter-se equilibradas por 24 segundos. As entrevistadas que tinham mais de 70 anos, submetidas ao mesmo teste, mantiveram o equilíbrio por cerca de 13,40 segundos, uma queda de 78,8% na capacidade de equilíbrio.

O estudo mostrou também que o sedentarismo na terceira idade compromete a agilidade. Ao participarem de um exercício de locomoção, que exigia caminhar por um curto trajeto, as entrevistadas entre 50 e 59 anos fizeram o percurso em 2,5 segundos. Já as mulheres com idade superior a 70 anos fizeram o mesmo percurso em 3,11 segundos, o que apontou mais dificuldade no ato de caminhar.

Outro aspecto que fica comprometido é o reflexo. Quando expostas a um exercício que previa levantar e sentar numa cadeira repetidamente, durante 30 segundos, as mulheres com idade entre 50 e 59 anos fizeram uma média de 19,35 repetições. As mulheres com mais de 70 anos fizeram 17,36 repetições, em média.


Ao comparar o desempenho dos dois grupos, o estudo também apontou perda de força e de massa muscular. O índice de massa corpórea (IMC), por exemplo, apresentou queda de 5,47%. Já um teste de impulsão para constatar a força dos membros inferiores apontou queda de 28,43%.

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Fonte: Agência Brasil.


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